Saiba como é feito o novo cálculo de score do Serasa

No mês passado o Serasa passou a ofertar uma novidade para que as pessoas consigam melhorar sua pontuação no Score 2.0.

Essa novidade passa a priorizar as informações do Cadastro Positivo, através dela é possível continuar quem realiza o pagamento de contas em dia e também a utilização de cartões de crédito, reduzindo assim o peso do histórico de dívidas.

Principais mudanças

Desde 2017, a pontuação Serasa é utilizada para avaliar o risco de crédito de uma pessoa, uma avaliação da sua situação financeira ao longo da vida. Agora o Score 2.0 poderá ajudar os brasileiros a obter crédito de uma maneira mais prática.

Com essas mudanças as informações do Cadastro Positivo ganham mais relevância, ou seja, o modo como a pessoa frequentemente realiza o pagamento dos seus financiamentos e cartões, tem mais importância que o peso da dívida.

Outra mudança é que agora aquele cidadão que possuir uma pontuação acima de 701 será considerado “muito bom” pagador, sendo que no modelo anterior essa classificação era para aqueles que possuíam mais de 800 pontos.

Quando a pontuação, não foram realizadas mudanças ela continua de 0 a 1000 e segue os moldes de risco, ou seja, aquele que consegue alcançar uma pontuação perto de mil continua sendo considerado bom pagador.

Já aqueles que têm sua pontuação mais próxima de 0 continuam representando maior risco para obtenção de crédito.

Veja a classificação de Score para pessoa física: 

Entenda o que muda na classificação do score comparando o antigo modelo com a nova versão 2.0.

Critérios de cálculo do Serasa

  • Dados positivos (cartão de crédito, consórcio, consignado, empréstimos e financiamentos) comportamentos de pagamento, tempo dos contratos e categorias de contratos, no score 1.0 a relevância era de 26% já no 2.0 passou para 72%.
  • Informações de dívidas, histórico de regularização e em aberto, tinha relevância de 57% passando agora para 16%.
  • Consultas para novos contratos de serviço ou crédito na versão 1.0 era de 17% passando na versão 2.0 para relevância de 19%.

Fonte: Rede Jornal Contábil .